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Poeminha: dentro de nós

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Eventualmente é possível olhar dentro de nós. Há vida e noite, eternidade com poesia. Há força e frio, mistério de criação que se faz todo dia. 

Trânsito e espaço público

No dia-a-dia das cidades e dos noticiários, acompanhamos situações corriqueiras ou trágicas envolvendo a circulação pelo espaço público: ruas e calçadas, principalmente. Nelas podemos ser pedestres, motoristas ou passageiros. Independente de um destes papéis que ocupamos, sentimos e participamos do caos, impotentemente, como vítimas e vilões. Embora existam leis para regular o trânsito e a movimentação pelo espaço público, sabemos que elas não são respeitadas. O que nos resta, muitas vezes, é o sentimento onipresente do medo: nas máquinas cada vez mais potentes há perigo, nos motoristas imprudentes e bêbados também, nos assaltantes ou mendigos, quem sabe! Somos presas dessa modernidade sem direção, que inova constantemente a tecnologia, mas não é capaz de rever o próprio ser humano, suas condutas, necessidades e afetos. Creio que perdemos a noção do que seja viver em grupo e, mais precisamente, do que seja a convivência em um determinado espaço público. É fácil constatar que nas ...

Consumismo infantil: mobilização

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Pais e mães bloggeiros criam movimento contra consumismo na infância www.facebook.com/InfanciaLivredeConsumismo "Um coletivo de pais, mães e cidadãos inconformados com o tipo de comunicação publicitária dirigida às nossas crianças criou um movimento no facebook para divulgar e fortalecer a causa. Este movimento nasceu da indignação dos participantes do Grupo de Discussão Consumismo e Publicidade Infantil, depois do lançamento da Campanha Somos Todos Responsáveis da ABAP ( Associação Brasileira das Agências de Publicidade )." http://www.aliancapelainfancia.org.br/

Drogas e Cidadania: um outro olhar

A divulgada "epidemia do crack" realmente existe? Será isso verdade ou trata-se de mais uma das grandes campanhas mercadológicas, com objetivos que não se relacionam à saúde pública?  O Conselho Federal de Psicologia dispõe 2 vídeos muito interessantes para a discussão: http://www.youtube.com/watch?v=nDyWk7BPK2k&noredirect=1 http://www.youtube.com/watch?v=5aPIDEHN-zo

Literatura e poesia

SARAU LITERÁRIO PIRACICABANO TEMA: Mulher, seu nome é poesia LOCAL: Teatro Municipal Dr. Losso Neto DATA: 13 de março - 19:30h Homenagem ao escritor Moacyr Scliar e à escritora Luzia Stocco Exposição de trabalhos poéticos de escritores piracicabanos, ilustrados por Carmelina Toledo Piza http://www.agendaculturalpiracicabana.blogspot.com/

Memória e transformação

O ser humano, segundo os pressupostos da ciência moderna, ampliados pela tecnologia do século XXI, é visto como uma máquina comandada pelo cérebro. Pesquisas e investigações sobre o funcionamento do cérebro estão na linha de frente de todos os cientistas interessados em conhecer o que é o homem. Em função disso, quando se fala em memória, imediatamente se discutem as capacidades do cérebro para armazenar informações. Não se leva em conta, em geral, as possibilidades da memória como um campo afetivo de experiências, individuais e coletivas. Memória é também lugar de sentimentos e histórias, não apenas para serem catalogadas, mas também para serem transformadas. É através da memória que criamos vínculos uns com os outros, realizando conexões de tempo-espaço e ampliando as perspectivas de ações transformadoras, no presente e no futuro. Ao relacionar nosso passado com nossa vida atual, por exemplo, abrimos possibilidades de ressignificar experiências, emoções e relacionament...

A necessidade do vazio

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Para contrapor à euforia Fazer frente à violência tão presente em nosso dia-a-dia... Um pouco do nada algum vazio uma lacuna. A nos dizer - o tal vazio - que existimos que perguntamos que não sabemos. Tendemos a expulsá-lo - sim, o vazio -, dissimulando as angústias e boicotando as perguntas. Mas elas persistem e nos perseguem. É Jorge Larrosa, autor do belíssimo Pedagogia Profana ( Ed. Autêntica, 2010 ), quem provoca todos os nossos sentidos ao questionar as verdades que acabamos por tornar dogmáticas. Para o autor, o que importa são as lacunas, o que vale é a abertura: conhecer significa assumir-se como um ser errante e inseguro, que nunca chegará às respostas proclamadas pela ciência e pela pedagogia positivista. Quem somos nós? A cada dia, uma mesma e nova descoberta.