ArtePsicodramaFilosofia: Fronteiras
Entre a arte e a ciência, entre o homem e sua obra. Brasília solar, quente, alinhada por prédios contíguos - da cor do concreto -, pelos quais entremeiam esculturas de formas diversas a definir um tempo, um espaço, talvez alguma humanidade, quem sabe uma "não identidade" – um ser múltiplo. Neste local - metáfora de um país que inscreve sua poética no universal - viajantes e não viajantes se arriscam a pensar/experimentar/encontrar-se uns com os outros, na tentativa de suportar as diferenças para perguntar - sem expectativa de responder: Que homem é este que faz e habita a contemporaneidade? Qual sua relação com o Psicodrama? Por trilhas desconhecidas e percursos estranhos, neste Encontro surgiram histórias de pescadores, poesias de novos poetas, imagens transfiguradas de deuses, homens e monstros; canções fragmentadas e princípios de reflexões filosóficas psicodramáticas que merecem respeito, cativam estima. Já não era sem tempo. É preciso criar, sempre. Cultivar humanidade p...