sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Da violência, pela paz



Assistir a um filme de violência ou jogar vídeo-games violentos predispõe as pessoas a serem mais agressivas?
Nenhum estudo conclui com exatidão qual a resposta a essa questão. As teses sustentadas são sempre polêmicas e contraditórias: há pesquisas afirmando que sim, somos influenciados diretamente pelas imagens de violência, e outras dizendo que não.

A meu ver, essa não é a principal pergunta que deveria ser feita, pois vivemos em um mundo violento e constatamos que temos potencial tanto para a violência quanto para a criação. Neste sentido é que o jogo Mortal Kombat, por exemplo, ou o filme Batman recém lançado, poderiam ser considerados apenas como mais uma dentre tantas outras expressões do ser humano em nosso cotidiano, no contexto da violência.

Talvez fosse produtivo voltarmos nossa atenção para aqueles que investigam também as possibilidades de "desarmar" as pessoas, externa e internamente, estimulando o desenvolvimento de uma cultura de paz baseada em relações de compreensão, diálogo e afeto.   Pode parecer hipocrisia, bobagem ou utopia. Será? Com certeza, algo difícil,  mas possível, necessário e redentor!

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