quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Palestra: Jogos eletrônicos e Internet


Recriando Vínculos Psicoterapia
Construindo Vidas Saudáveis

Ciclo de Palestras para pais e educadores

Jogos eletrônicos e Internet: Herói ou Vilão?


12 de Setembro - 4ª feira - 19:30 horas - inscrições esgotadas

19 de Setembro - 4ª feira - 19:30 horas - inscrições abertas


Andrea R. Martins Corrêa
Psicóloga e Psicoterapeuta de famílias e crianças
Psicodramatista - IPPGC
CRP 06/45353-9


Vagas limitadas
Participação gratuita através de inscrições 
Fones: (19) 3371-9731 ou 9153-4083
E-mail: andrea-raquel@bol.com.br  

Endereço: Rua Aquilino Pacheco, 1517 - Bairro Alto - Piracicaba/SP

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Obesidade infantil

Cresce assustadoramente a obesidade entre crianças no Brasil, tanto quanto nos EUA.
Sabemos que inúmeros fatores influenciam este quadro, desde questões genéticas e fisiológicas, até culturais e ambientais. Cada fator tem o seu peso e sua responsabilidade.

A indústria de alimentos e a propaganda veiculada diariamente, sem regulamentação, contribuem para o aumento da obesidade, na medida em que estimulam o consumo excessivo dos alimentos sem nutrição, porém doces e gordurosos.

Muitos pais, como sabemos, estão se mobilizando para pressionar o Congresso na regulamentação de leis que protegem a infância da iniciativa privada sem escrúpulos.
Participe!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Da violência, pela paz



Assistir a um filme de violência ou jogar vídeo-games violentos predispõe as pessoas a serem mais agressivas?
Nenhum estudo conclui com exatidão qual a resposta a essa questão. As teses sustentadas são sempre polêmicas e contraditórias: há pesquisas afirmando que sim, somos influenciados diretamente pelas imagens de violência, e outras dizendo que não.

A meu ver, essa não é a principal pergunta que deveria ser feita, pois vivemos em um mundo violento e constatamos que temos potencial tanto para a violência quanto para a criação. Neste sentido é que o jogo Mortal Kombat, por exemplo, ou o filme Batman recém lançado, poderiam ser considerados apenas como mais uma dentre tantas outras expressões do ser humano em nosso cotidiano, no contexto da violência.

Talvez fosse produtivo voltarmos nossa atenção para aqueles que investigam também as possibilidades de "desarmar" as pessoas, externa e internamente, estimulando o desenvolvimento de uma cultura de paz baseada em relações de compreensão, diálogo e afeto.   Pode parecer hipocrisia, bobagem ou utopia. Será? Com certeza, algo difícil,  mas possível, necessário e redentor!