quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Cidadania: Semana de Mobilidade Urbana

Prossegue a programação da I Semana de Mobilidade Urbana de Piracicaba, evento absolutamente necessário para refletirmos sobre nossa cidadania.




Respeitamos uns aos outros no espaço público?

Antes de mais nada, percebemos a presença das pessoas nas ruas?



Qual a relação que estabelecemos com as máquinas que utilizamos, como o carro?

Ele pode ser uma forma de poder e dominação entre os cidadãos de um município?



Por que nossos carros importam mais do que os pedestres

que circulam em uma determinada via?

Será que não deveria ser o contrário,

os motoristas educadamente permitirem passagem às crianças,

aos jovens, aos adultos, idosos, animais, etc?



E quanto aos acidentes e atropelamentos, será que de fato são fatalidades,

como alguns pensam? Ou são eventos reveladores da nossa forma violenta de viver?



Já paramos para pensar porque não há investimento no transporte público?

Isto seria importante para modificar nossos hábitos ou não?





quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Bom dia!

Ao fazer compras em um supermercado, ao entrar numa padaria, ao caminhar por um parque ou clube, percebemos e observamos o quanto é difícil – senão impossível – as pessoas se olharem e apenas dizerem “bom dia!”.

Esta refinada educação, tão simples quanto elegante, é objeto do mais absoluto desprezo nos dias atuais, já que, afinal, reina o mandamento máximo de que o outro não existe. Nossa individualidade tornou-se individualismo, nossa necessidade de afirmação social transformou-se em narcisismo.

Não é a toa que se criam cursos e mais cursos de etiqueta, quem sabe buscando algum resgate daquilo que, em outra época, foi considerado adequado para se viver em grupo e compartilhar o mesmo espaço.
Richard Sennett discorre maravilhosamente sobre o assunto, em seu livro O Declínio do Homem Público.

sábado, 3 de setembro de 2011

Simplicidade



"Não quero o brilho das jóias raras
Quero a rudeza tosca da pedra
escondida no meio do campo
perdida entre as florinhas do mato.

Só alguém que estiver olhando
e andando bem devagar
pra me encontrar
E com paciência e cuidado se dedicar
ao trabalho de me lapidar
Pra talvez algum brilho aparecer...
ou então simplesmente em mim poder descansar..."

Ana Paterniani