sexta-feira, 22 de julho de 2011

A importância de uma história

Contar histórias é algo tão antigo e natural quanto a existência do ser humano no planeta Terra. Pode-se argumentar que o “homem das cavernas” já contava histórias quando desenhava nas rochas os animais que caçava, pois ao desenhar ele representava seu próprio mundo, criando assim uma narrativa.

Todos temos histórias para contar, de nossas experiências pessoais ou não, de nossos sonhos e pesadelos, de nossas angústias e conquistas. Quando contamos uma dessas histórias, utilizamos a linguagem, que pode ser verbal, escrita, gestual, gráfica, etc. Os livros são histórias, o cinema e o teatro também.

As histórias, nossas e dos outros, vividas ou inventadas, enfim pronunciadas, ouvidas, filmadas ou desenhadas, alimentam nossa imaginação e nossa realidade. Através delas, podemos nos transformar se quisermos.

Contando histórias para nossos filhos, por exemplo, contribuímos para a construção de um vínculo de afetividade saudável e compartilhamos imagens interessantes. Um cão que voa, um menino que visita o arco-íris, uma árvore que alcança o céu sugerem algo como a liberdade.

E por falar nisso, existe liberdade maior, no nosso mundo contemporâneo, tão controlado e violento, do que dar-se o direito de sonhar e imaginar?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

ArtePsicodramaFilosofia: Fronteiras

Entre a arte e a ciência, entre o homem e sua obra. Brasília solar, quente, alinhada por prédios contíguos - da cor do concreto -, pelos quais entremeiam esculturas de formas diversas a definir um tempo, um espaço, talvez alguma humanidade, quem sabe uma "não identidade" – um ser múltiplo.

Neste local - metáfora de um país que inscreve sua poética no universal - viajantes e não viajantes se arriscam a pensar/experimentar/encontrar-se uns com os outros, na tentativa de suportar as diferenças para perguntar - sem expectativa de responder:
Que homem é este que faz e habita a contemporaneidade? Qual sua relação com o Psicodrama?

Por trilhas desconhecidas e percursos estranhos, neste Encontro surgiram histórias de pescadores, poesias de novos poetas, imagens transfiguradas de deuses, homens e monstros; canções fragmentadas e princípios de reflexões filosóficas psicodramáticas que merecem respeito, cativam estima.

Já não era sem tempo. É preciso criar, sempre. Cultivar humanidade para transformar alguma coisa, pelo menos até o próximo Encontro!